terça-feira, 7 de setembro de 2010

World Trade Center; 9:59 a.m

Torre sul do WTC desmorona. Há indícios de que as torres foram implodidas com cargas de demolição previamente plantadas, e por isso elas teriam caído daquela forma. Para um prédio cair assim, como uma implosão, é necessário que o fogo tenha atingido as estruturas de forma igual, intensa e constante, para que elas se partam ao mesmo tempo, em tão curto espaço de tempo. Ninguém, nem os bombeiros, policiais ou mesmo o próprio Osama, esperavam que os prédios caíssem com os estragos do avião. As comunicações de rádio dos bombeiros que estavam nos andares superiores das Torres indicam claramente que os incêndios estavam sob controle e que as estruturas não estavam em risco de ruir. Mas (quase) todos os especialistas disseram (a posteriori) que foi o "intenso" calor do fogo do combustível (em torno de 2000º F) que enfraqueceu as vigas, não suportando assim o peso do prédio. Estranho que o querosene do avião - único combustível suficiente pra atingir tais temperaturas - durasse tanto. Mas, se estava tão quente assim, como explicar um vídeo de uma sobrevivente acenando exatamente de onde o avião entrou (veja detalhe na foto)? Aquilo não deveria ser o "ground zero" do calor? O único especialista a discordar é justamente o mais importante: Kevin Ryan, do Underwriters Laboratories, a companhia que certificou o aço usado na construção do WTC. Em carta ao instituto nacional de padrões e tecnologia, ele explica: "Nós sabemos que o aço usado foi certificado como ASTM E119. A curva de temperatura exigida para este padrão requer que as amostras sejam expostas a temperaturas de 2000º F por diversas horas. E, como ambos temos de concordar, o aço usado (no WTC) se encaixa nessas especificações. Além disso, eu acho que ambos concordamos que mesmo um aço que não seja à prova de fogo não irá derreter até atingir temperaturas que deixem o aço em brasa, perto de 3000º F. Não faz o menor sentido o Dr. Brown falar que 2000º F derreteu o aço de alta qualidade usado nestes prédios". Resultado? Kevin Ryan foi demitido.

O professor de FÍSICA da Brigham Young University, Steven E. Jones, publicou um artigo onde sustenta a hipótese de que as torres foram demolidas, e faz análises precisas do metal derretido encontrado nos destroços do WTC e mesmo em imagens ANTES da queda, que indicam (pela cor) o uso de algo como Thermite pra derreter as colunas de metal que sustentam as torres (e explicaria o porquê da queda vertiginosa). Resultado? A Universidade o afastou do trabalho em setembro de 2006, e deu a ele férias remuneradas.

Entretanto, análises posteriores de imagens do WTC - onde caía metal derretido dos prédios - e do próprio metal derretido (encontrado até mesmo no WTC7, onde nenhum avião caiu mas havia metal derretido) apontam para o uso de Thermite, como vocês pode ver neste vídeo, que é um estudo que mostra o poder do Thermite, como ele reage (formando jorros de metal derretido) e como é usado pra cortar vigas em demolições, no mesmo ângulo em que foram encontradas vigas cortadas do WTC:




No alto da foto, ao centro, pode-se ver uma das vigas do WTC, claramente cortada na diagonal, com metal derretido (escuro) escorrendo tão-somente do corte, característico do Thermite

Além das imagens do desabamento mostrarem algumas explosões vários andares abaixo que poderiam ser cargas explosivas, temos o depoimento de bombeiros (registrados em vídeo), capitães de polícia e testemunhas de que houveram várias explosões antes do desabamento. No vídeo 11/9, feito pelos documentaristas franceses dentro da Torre Norte, ouvem-se essas explosões sucessivas pouco antes da queda (e fica por isso mesmo, sem explicação). Mas há uma testemunha especial nisso tudo: William Rodriguez, funcionário da manutenção, que foi um verdadeiro herói, abrindo as portas para que as pessoas pudessem evacuar o prédio. Reentrou por três vezes na Torre Norte, sendo o último a sair dela com vida. Ele (e mais 14 pessoas) não só sentiu explosões no subsolo - segundos antes que o avião atingisse a primeira torre - como ajudou um colega vítima dessas explosões, que estava no subsolo e sofreu queimaduras graves na mão e rosto. Também ouviu uma série de pequenas explosões entre o 20º e o 30º andar, quando já estava ajudando os sobreviventes. Ele tenta contar esta história aos jornalistas, chegou inclusive a gravar uma longa entrevista para a NBC, mas nada foi divulgado dentro dos EUA. Durante anos ele vem recebendo pequenos "alertas" de jornalistas pra não falar essas coisas, que ele não sabe com o que está se metendo, etc. Kenny Johannemann, um zelador que estava com Rodriguez e que também ouviu as explosões, supostamente cometeu suicídio em agosto de 2008. Ele, ao contrário de Rodriguez, continuava contando sua história. A teoria de uma explosão no subsolo é reforçada pelo depoimento de um bombeiro no documentário 9/11, ao ver a destruição no Hall de entrada: "Havia corpos por toda parte" "tivemos a impressão de que o avião havia atingido o Hall". Segundos os jornalistas, seria por conta do combustível dos aviões, descendo em chamas pelo poço do elevador. Estranho que nada parecido tenha sido relatado na Torre Sul...

Apesar de centenas de pessoas (100 delas somente bombeiros!) terem ouvido, sentido e relatado oficialmente seguidas explosões dentro dos prédios minutos antes deles desabarem, a comissão que "investigou" o caso não colocou uma linha sequer sobre isso no relatório final.

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