terça-feira, 7 de setembro de 2010

Washington; 9:25 a.m

Um avião sem identificação aparece na tela do radar de Dallas. Pela manobra que ele executa (um U em alta velocidade) todos pensam se tratar de um caça militar. Às 9:37 ele se choca com o Pentágono. Posteriormente o governo informou que era o vôo 77 (aquele, que sumiu do radar).

Nenhum dos seqüestradores que pilotavam eram bons pilotos. Tiveram lições de vôo, mas todos os instrutores disseram que eles eram um fracasso. O pior de todos era Hani Hanjour, que falhou miseravelmente em todos os cursos do qual participou. Em agosto de 2001, ele tentou alugar um Cesna, mas num teste o instrutor viu que ele não conseguia pousar, e nem sequer controlar um aviãozinho de hélice! Pois foi esse "piloto" que o FBI quer nos fazer acreditar que se chocou contra o Pentágono, numa manobra quase impossível de executar mesmo para pilotos militares altamente qualificados: segundo o pessoal do tráfego aéreo que acompanhava no radar, ele fez uma volta de 270º enquanto descia vertiginosamente dois mil metros em dois minutos, para nivelar a poucos metros do chão (o suficiente pra quebrar as lâmpadas de postes do Pentágono) e descer mais ainda, mantendo a turbina a poucos centímetros do solo (sem que isso arruinasse o gramado do Pentágono) para que fosse possível bater no primeiro andar. Tudo isso a 640 Km/h, e voando manualmente num cockpit cujos avisos sonoros e visuais transformam o espaço do piloto numa verdadeira discoteca!!!! Nada mal para alguém que nunca sentou num Boeing antes... Mas, digamos que ele tenha tido sorte de principiante. Pode acontecer, não pode? Claro, se as leis da física deixassem de vigorar (como no caso do passaporte antichamas)! O arrasto aerodinâmico de um avião a quase 700km/h destruiria tudo ao seu redor, impossibilitaria o vôo (já a metros do chão, imagine a centímetros!) e ensurdeceria as pessoas que ouviram o som do que bateu no Pentágono. Todas disseram que era um Whooooshhhhh! Ora, um 757 não faz Whosh. Pela posição em que elas estavam, estariam surdas e traumatizadas até hoje pelo som das turbinas.

No dia 11 de setembro de 2003, numa discussão na TV Bandeirantes, dois especialistas falaram sobre uma gravação feita do estacionamento do Hotel Hilton, que fica ao lado do Pentágono (mas a boa distância, claro) e tem uma câmara de segurança olhando para o Pentágono. Essa gravação mostra um objeto voador chegando rasteiro, voando rasante a dois metros de distância do solo e se chocando contra o Pentágono. A gravação, na verdade, não estava autorizada, e só foi possível mostrar fotogramas. Mas o especialista disse que conhece a gravação e é possível ver uma coisa se movendo e se chocando e explodindo. Anos depois ficou claro que ele não estava mentindo. O FBI liberou o vídeo completo, onde pode-se ver algo que parece um pequeno avião ou míssil, quase se arrastando no chão, que deixa um rastro de fumaça branca, mas que definitivamente NÃO é um 757:

Vê alguma coisa parecida com um avião, vinda de cima pra baixo, com asa? Não? Nem eles

Uma análise de sobreposição de imagem e luz mostra que não pode ser um boeing 757, muito menos um da American Airlines (cuja fuselagem é de metal polido), na mesma posição do vídeo.

No vídeo do hotel Doubletree (recentemente liberado pelo FBI através de ação judicial) também podemos ver (a partir de 39 segundos) que NADA veio de cima pra baixo sobre o Pentágono, mas aos 47/48 segundos é possível ver um flash de luz no NÍVEL DO CHÃO (na esquerda da imagem) e logo depois a explosão:




Os EUA juram que era um Boeing. Os dois especialistas na Band contestam de pés juntos. E eles apontam mais um mistério: encontraram o bico do avião por trás das paredes do edifício. Ora, com a grossa parede protegida por camadas de aço uns quatro metros de proteção era para um avião se desintegrar todo. Corpos, lataria, tudo, por causa, também, do incêndio e explosão. Não podia ficar nada. O tal bico encontrado era de uma liga duríssima com que, afirmaram com toda segurança, não se fabricam Boeings. Então um engenheiro ligou à emissora para uma ressalva: Se tivesse sido um Boeing vindo de frente, pelo menos o trem de pouso ficaria (sem falar nas asas), pois, com o choque, eles se arrancariam e ficariam para trás, e teriam sido encontrados. Os especialistas concordaram com esse engenheiro (Uma análise da física envolvida no atentado ao Pentágono conclui que não poderia ser um Boeing). Outro site, armado apenas de bom-senso e fotografias, também conclui o mesmo. E o mais famoso site, visto por muitos, possui uma animação em Flash em português que mostra toda a farsa do Pentágono, com relatos das testemunhas, fotos que mostram não poder ter sido um 757, etc.

Outra grande "coincidência": Há cinco baterias antiaéreas extremamente sofisticadas ao redor do Pentágono. Elas operam automaticamente, e atiram em tudo o que não tenha identificação no radar. Por que elas não destruíram o avião?? A resposta do Pentágono vai no mesmo nível da "bala mágica" e do "passaporte indestrutível": o sistema automático havia sido desativado justo naquele dia pra ser realizado um exercício militar!

Quem estava no controle da NORAD (Comando e Defesa Aérea dos EUA) neste dia? Quem? Quem? Dick Cheney, o vice de Bush. Pela primeira vez na história desse país, o comando do NORAD havia sido entregue ao poder executivo, e não a um general militar, isso a apenas três meses dos atentados!

Agora, uma incrível "coincidência" que só faz aumentar a especulação em torno do envolvimento do Governo Bush: No programa de TV "Hannity & Colmes Propaganda Hour" o apresentador pede ao Dr. James H. Fetzer, membro da "9/11 Scholars for Truth", se ele pode nos dar alguma evidência da participação do Governo Bush nos atentados. Ele respondeu:
O Secretário de Transportes Norman Minetta deu um depoimento à Comissão 9/11, que investigou oficialmente o caso. Ele disse que encontrou o Vice-Presidente Cheney no bunker em Washington, às 9:20 da manhã do dia dos ataques (ou seja, 5 minutos antes do ataque ao Pentágono). A cada poucos segundos um jovem entrava na sala e dizia: "Senhor, está a 50 milhas de distância. Senhor, está a 40 milhas de distância..." e por aí vai. Finalmente, o jovem perguntou ao Vice: "Senhor, as ordens ainda valem?" Cheney respondeu com irritação: "Mas claro, as ordens ainda valem! Você ouviu alguém dizer o contrário?"

Só depois Minetta ficou sabendo que o jovem estava se referindo ao suposto vôo 77 que estava rumando para Washington, e as ordens a que o jovem se referia era pra NÃO abater o avião.

O mais interessante vem agora: Na manhã seguinte, menos de 12 horas após a entrevista ir ao ar, o Secretário Norman Minetta pediu demissão do cargo!! Saiu "porque quis", disse ele, e que estava "em busca de novos desafios". Acredite, se quiser...

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