terça-feira, 7 de setembro de 2010

11 de Setembro

Hoje sabe-se que o então chanceler Hitler mandou incendiar o Parlamento (Reichstag) Alemão em 1933, atribuindo a culpa a "terroristas" comunistas, o que permitiu a Hitler assumir através do terror (e com apoio da população) poderes ditatoriais. Hermann Goering (o chefe de propaganda nazista) disse "Tudo o que se tem de fazer é dizer às pessoas que elas estão sendo atacadas, denunciar os pacifistas por falta de patriotismo, e expor o país ao perigo. Funciona em qualquer país".

Hoje sabe-se que o ataque de Pearl-Harbor em 1941 contou com a conivência do governo dos EUA para que a investida japonesa fosse um sucesso. Secretamente deixaram os piores navios e tripulação no porto, com uma ou duas peças de valor para serem sacrificadas, pois precisavam de um motivo forte pra convencer a opinião pública a entrar na 2ª guerra mundial. A imagem de Pearl harbor foi explorada intensamente pela mídia norte-americana para incitar o ódio aos "covardes" japoneses.

Na época não se sabia dessas manobras dos governos para controlar o povo. Alguns desconfiavam, e denunciavam, mas eram minoria, facilmente silenciáveis através da máquina de opressão e propaganda.

Novamente a história se repete.

Graças a um espetacular atentado "terrorista", feito por estrangeiros, os norte-americanos abdicaram de todos os seus direitos constitucionais em favor do governo.


Meu interesse por esse assunto começou quando alguém questionou Oráculo sobre o papel kármico de Bin Laden no 11 de setembro. Daí ela nos respondeu com uma pergunta: "e quem disse que foi Bin Laden?" Falou então de "um filho frustrado que quis terminar de todo modo o que o pai havia começado". Bush, claro!! Como sempre, Oráculo foi muito sutil com as palavras. A frase acima não exclui a possibilidade do ataque ter tido um mentor externo (como Bin Laden), mas aponta no mínimo a conivência do Sr. Bush. Me aterrorizava a idéia de um presidente deixar matar mais de 3.000 pessoas por interesses escusos, como glória, poder e dinheiro. Mas, pesquisando na Internet, vê-se dezenas e dezenas de páginas que mostram (e comprovam) que a coisa foi tão encenada que não dá pra esconder, então a grande mídia simplesmente ignora, finge que não vê. Como não é notícia nos EUA, não é notícia aqui, na colônia Brasil. Por isso me dei ao trabalho de traduzir boa parte do material encontrado lá fora, para que o povo brasileiro não fique na ignorância por conta da barreira linguística. Não inventei nada. Limito-me a traduzir e citar as fontes, que na maioria das vezes usam textos de agências de notícias para embasar suas teorias.

Quem tem alguma memória e não se deixa influenciar pelas notícias "oficiais", vai lembrar que o Papa Bento XVI na verdade é Benedito em todo o resto do mundo. O que isso tem a ver com os atentados de 11 de setembro? Nada, é só um aquecimento pra lhe lembrar que uma mentira repetida diariamente nos jornais e TV se torna natural. Foi o que fizeram nos EUA para que os ataques de 11 de setembro levassem à invasão do Iraque e Afeganistão, dois países que nunca tiveram NADA a ver com os atentados. Os supostos "terroristas" provinham do Egito e Arábia Saudita, e o Talibã é tão culpado por acobertar Osama Bin Laden quanto a própria família dele, que goza de prestígio nos EUA (especialmente entre a família Bush). Bin Laden (estranhamente) em princípio negou a autoria dos atentados, e só em dezembro de 2001 liberou um vídeo onde falou dos ataques, e sumiu da mídia, para reaparecer "coincidentemente" a poucos meses da eleição dos EUA, em um vídeo com ameaças aos Estados Unidos, o que ajudou Bush a se reeleger... Vamos rever a cronologia dos fatos, analisando friamente as "coincidências" que possibilitaram a Bush assumir o papel de "ditador do mundo" com poderes legais e ilimitados, dados espontaneamente pelo aterrorizado povo norte-americano.

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